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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

RESPEITO PELA DIVERSIDADE CULTURAL E OS TEXTOS DA UNESCO

A UNESCO tem procurado, há largos anos a esta parte, promover, no quadro das políticas internacionais seguidas, um debate, suficientemente, abrangente, que permitisse, mediante um contínuo de esforços diplomáticos, criar uma plataforma de claro entendimento entre as várias partes. Esta consagrada instituição da ONU, teve o particular mérito de, em 2001, garantir a assinatura da Declaração Universal alusiva à diversidade cultural, por parte dos vários parceiros estratégicos envolvidos nas negociações. Como, posteriormente, se ficou a perceber, não esqueçamos, que esta Declaração, acabou por vir a assumir um papel importante, naquelas que vieram a ser as principais linhas de fundo, da Convenção, ratificada em 2005, referente à protecção e promoção da diversidade das distintas experiências culturais. Inadvertidamente, tal veio a ser o caso, condicionou, em acréscimo, a própria concepção do património, passando a incluir a dimensão “imaterial”.

                No entanto, os Surreal relembram, a todos, que a discussão filosófica continua por concluir.

                Segundo apurámos, com base na leitura de alguns documentos, inclinamo-nos para inferir uma certa dificuldade de entendimento, neste âmbito, entre a UNESCO e a OMC, por razões que são, manifestamente, do conhecimento público. Parece que o mundo gira a duas velocidades e, à medida que completa as suas revoluções, vai gerando como que uma espécie de humilhação social, ao mesmo tempo, que lhe acrescenta uma contestação social de dominação.

            Que resposta dar a esta nova realidade emergente ?

Algo próximo de um requintado multilateralismo, a sitiar na ONU, talvez…

De uma coisa os SurrealHumanity têm a certeza : existe uma necessidade imperiosa, sentida por todos, de inovadoras formas de solidariedades transversais, à escala planetária, um pouco na esteira das ONG, tipo Amnesty International ou Education sans frontières, por exemplo. Sabemos é que se trata, para já, de um puzzle por completar a que faltam algumas das peças …

sinto-me: RESPEITADO NA MINHA DIFERENÇA!
publicado por $urrealHumanity às 11:43
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

EUROPA, NA MIRA DO NOVO PLANO PÓS-QUIOTO

 

REVISITAR QUIOTO, DEZ ANOS VOLVIDOS :

UM OLHAR EUROPEU RUMO AO QUIOTO II

                Depois do aparente fracasso do Protocolo ratificado, em 2002, na cidade nipónica de Quioto, por 55 estados, em parte devido à marginalização seguida pela administração norte-americana, eis chegada altura de olhar para o futuro, mas com esperança. Para já, a Ue só pode orgulhar-se pelas metas atingidas e, mais não nos resta, a não ser arrepiar caminho.

                Os canais da diplomacia mundial, atiçados pelo Prémio Nobel da Paz 2007, Al Gore, começam a convergir, naquilo que parece já ser um novo plano pós-Quioto, e, muito provavelmente, o designado “mercado do carbono” assumirá um papel decisivo. Resta esperar pela coerência europeia, quanto aos EUA, à China e à Índia, aguardemos pelos novos desenvolvimentos …

 

                As metas são ambiciosas para o Velho Mundo, mas não deveremos recuar neste ponto : até 2020, pretendemos alcançar 20 % de energia renovável – encontramo-nos, por agora, a rondar os 7 % ; em simultâneo, desejamos conseguir um ganho de eficácia energética, também, próximo dos 20 % ; e, ainda, uma redução de 20 % das emissões, relativamente, aos números apurados de 1990. Antevê-se um jogo bem diferente em matéria do mercado do crude, nas praças internacionais mais procuradas.

 

                Mas não é uma visão surreal. Daqui a pouco, tudo estará diferente …

 

 

                Aconselhamos a visita ao sítio criado pela Comissão Europeia para as alterações climáticas :

 

http://ec.europa/environment/climat/adapation/index_en.htm .

sinto-me: NUMA CERIMÓNIA PROTOCOLAR ...
publicado por $urrealHumanity às 11:38
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

ESTRATÉGIA DE LISBOA COM VISTA À CRIAÇÃO DE EMPREGOS …

 

            A União Europeia estabeleceu como prioridade, na esteira da proclamada Estratégia de Lisboa, vir a tornar-se a economia mais competitiva e dinâmica de todo o globo, fazendo assentar no elevado know-how dos seus cidadãos, a sua capacidade de crescimento económico sustentável, com vista a uma maior coesão social entre todos os europeus. Esta é, aliás, a grande meta definida para 2010. O caminho, só pode ser o do empreendedorismo, a que se têm juntado diversas instituições de ensino superior, já consagradas.

            Desta vez, foi o Politécnico de Castelo Branco, quem decidiu lançar um concurso de ideias para a criação de projectos de vocação empresarial, no seio dos meios académicos, intitulado Poliempreende, em curso, desde 2003. Este ano viu-se alargado aos dezasseis Institutos Politécnicos de todo o país, abrangendo um universo de 75 escolas superiores, cerca de sete mil docentes e 91 mil alunos. O núcleo desta iniciativa é simples : dar algumas dicas importantes para ajudar a dinamizar o tecido produtivo local, colocando à disposição dos jovens um role de boas práticas e sugestões criativas e empreendedoras, com vista à criação de negócios próprios.

 

            Surreal, não é certamente. É bem real …

sinto-me: UM LUSITANO ESTRATEGA...
publicado por $urrealHumanity às 10:14
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

ESTRADAS DE PORTUGAL : UM NOVO IMPULSO À ECONOMIA REGIONAL ?

 

DIZ-ME POR ONDE ANDAS, DIR-TE-EI O QUE AÍ PODERÁS FAZER …

 

            Ora, SCUT lá aquilo que temos para lhe dizer … Que novidades ?

 

            Pensando em itinerários principais e complementares, já se encontra terminado a A17, entre a Marinha Grande e o Louriçal, - sendo que, se encontra ainda em construção, a ligação entre o Louriçal e Mira – e os estudos referentes ao IP3, entre Coimbra e Viseu, do IC12, entre Canas de Senhorim e Mangualde, do IC2, entre Coimbra e Oliveira de Azeméis e do IC3, entre Tomar e Coimbra, já se alcançaram a sua fase de Procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental.

            Por esta altura, decorre o processo de Avaliação Ambiental Estratégica do desenvolvimento da Rede Rodoviária Nacional da Região Centro Interior ; falamos dos itinerários IC6, IC7 e IC37. Eventuais (in)certezas, só mesmo no decurso do próximo ano de 2008.

            Outra das vias com potencial interesse para o Interior Centro, certamente, seria a do itinerário transfronteiriço, IC31, que passaria a assegurar um outro tipo de ligação entre a cidade de Castelo Branco e Monfortinho, coladinho à fronteira com a vizinha Espanha. Segundo rezam as crónicas, aguardam-se, até ver, novos contactos com as autoridades espanholas, do Governo da Comunidade Autónoma da Estremadura : uma ideia interessante, por exemplo, seria ponderar uma continuidade deste troço, já idealizado por algumas entidades de reconhecido mérito, com um outro, do lado espanhol, entre Monfortinho e Plasência. Bons ventos, ao que tudo leva a crer, sopram do lado do IC8, entre Proença-a-Nova e a A23, isto se tivermos em linha e conta que, muito provavelmente pelos próximos dias, a contratação do projecto de execução deste troço está quase dada como garantida.

sinto-me: A NECESSITAR DE (E)SCUTAR O
publicado por $urrealHumanity às 10:46
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Sábado, 1 de Dezembro de 2007

MUNDO : - PORTUGAL OU ESPANHA ?

 

 

 

SURREAL- PORTUGAL E ESPANHA, NA EUROPA A 27

 

            A abertura fica a cargo de duas estrofes, postas em paralelo, a nosso ver, bem a propósito da presente efeméride :

 

  Senhora do Almurtão                         Terra nua e tamanha

 Minha tão linda arraiana                   Que nela coube o Velho Mundo e o Novo

 Voltai costas a Castela                       Que nela cabem Portugal e Espanha

 Não queirais ser castelhana               É a loucura com asas do seu Povo

           Raiz Popular                                             Miguel Torga

 

 

            Podíamos, no dia de hoje, se fôssemos previsíveis, debater a velha questão ibérica, tão desgastada dos dois lado da barricada ideológica, tanto mais que se comemora a Restauração da nossa Independência politica, depois, de termos vivido sob o domínio dos nuestros hermanos Felipes.

Mas não é isso que iremos fazer !

 

Pretendemos, encarando o futuro realista que temos pelo frente, divulgar a aproximação entre empresários portugueses e espanhóis, graças a uma iniciativa, que está a dar bons frutos, há dois anos a esta parte, intitulada PROMOPYME. Tem sido possível, segundo as palavras do Presidente da Associação Comercial e Industrial de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão (ACICB), parceira orgulhosa deste projecto, juntamente, com a Associação Empresarial de Cáceres, no âmbito do Programa Europeu INTERREG III-A, unir duas regiões como a da Beira Interior Sul e da Estremadura. União económica ibérica, com toda a certeza, de acordo com a notícia divulgada pelo Jornal do Fundão, no passado dia 29 de Novembro.

A UE, desde o começo, pretendeu estabelecer alianças transnacionais para promoção e prossecução temporal efectiva de boas práticas empresariais, entre povos vizinho. A verdade é que tem havido bons exemplos neste quadro, nomeadamente, com a Galiza, a norte, e pelo já alcançado, tudo aponta para que a convergência de esforços consumada possa ver chegada a hora da sua recompensa.

Importante seria dar sequência ao itinerário, já idealizado, IC31, para proporcionar e permitir uma circulação mais cómoda e vantajosa em termos de tempo, para ambas as partes deste processo.

Neste dia, sempre palco de debates mais acalorados, especialmente por parte dos saudosos monarcas dos tempos de antanho, recordamos a todos a objectividade dos dados : a economia espanhola representa, actualmente, 27 por cento do volume de exportações nacionais e mais de 30 por cento do volume de importações. Caros visitantes do nosso blogue, os Surreal alertam para o facto, incontornável, de a nossa vizinha Espanha, ser o principal fornecedor e, ao mesmo tempo, cliente, de Portugal. Amigos, com ou sem Bourbons, com ou sem o Imperador Carlos V, a verdade é indesmentível : o maior peso de Espanha na economia portuguesa reflecte, também ela, toda a sua dinâmica e pujança de crescimento, nos seus últimos anos, face aos nossos padrões.

Como diz o velho adágio, com ou sem guitarra portuguesa à mistura : quem não tem unhas, não toque, pois, guitarra. A título dr desfecho, os Surreal acrescentariam, apenas, que : gato escaldado, de água fria, não tem medo.

 

Vamos nós, portugueses, continuar a alimentar este sonho de desencanto ?!...

 

Da parte do nosso Presidente da República, aquando da sua última visita à cidade da Guarda, ainda muito recentemente, debateu-se, indirectamente, esta problemática, não obstante, as presumíveis divergências de algumas personalidades. Cavaco Silva manifestou, claramente, uma posição convergente com a nossa : devemos olhar para Espanha como uma ponte para a Europa, onde nos inserimos, e não sob um prisma isolacionista, votando o Interior e as suas gentes ao ostracismo geográfico.

Afinal de contas, devemos procurar aproveitar as potencialidades do eixo criado entre a Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco. É, também, a opinião dos Surreal.

sinto-me: IBÉRICO, SINTO-ME SURREAL...
publicado por $urrealHumanity às 10:39
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